terça-feira, 9 de março de 2010

Médico acusado pela morte de Michael Jackson se declara inocente

Ontem, o médico do rei do pop passou o dia no tribunal. Resta saber se ele vai ser preso

Toda a família de Michael Jackson foi à corte de Los Angeles para ouvir o depoimento do médico particular do cantor, Conrad Murray. Ele chegou sem algemas e acompanhado por policiais.

Foi a primeira vez que a família Jackson ficou frente a frente com Murray desde a morte do cantor. Na porta da corte, fãs pediam justiça e seguravam cartazes chamando o médico de assassino.

O cardiologista se apresentou depois de ser indiciado por homicídio involuntário, sem intenção de matar. Diante do juiz, ele se declarou inocente.

Durante o processo, Murray já havia assumido que tinha aplicado o anestésico propofol em Michael Jackson no dia em que o cantor morreu. Além disso, confessou que era comum dar remédios variados para o rei do pop, que sofria de insônia.

Michael Jackson morreu na manhã do dia 25 de junho do ano passado, depois de ser levado de ambulância, com parada cadiorrespiratória.

O exame de necropsia revelou que a causa da morte foi uma overdose de medicamentos para dormir.

Foram oito meses até que Conrad Murray fosse acusado formalmente, mas ainda devem acontecer outras audiências e leva algum tempo até que a Justiça determine se ele vai ou não para a cadeia pela morte de Michael Jackson. Murray pagou uma fiança de US$ 75 mil para aguardar julgamento em liberdade. Se for condenado, ele pode pegar até quatro anos de prisão.


Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br

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